De noite eles saíram. A noite era cortada por gritos eufóricos da embriaguez. O céu começava a destilar um clarão comum do dia. Eram quase cinco da manhã e os postes já não reluziam mais. Ela ia trôpega nos próprios paços levitados, carregava um semblante brando num misto de embriaguez, sono, medo, raiva e luxuria. Ele ia sendo levado por um impulso só ele estava mesmo ébrio, mas o cansaço lhe era apenas a manhã desabrochando flor de corola amarela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário