A vida me é ás vezes engraçada. Por que ou você acha engraçado ou você chora dizendo que vive um drama. Como não vou transformar-me num casmurro solitário e hostil prefiro rir. Eu pensei em tantas coisas desconexas que fluíam repentinamente como sustos. Eu tenho medo do que escrevo, por que deixo escapar tragédias românticas. Mas o medo é meu maior desafio. E no final eu não tenho medo, eu tenho uma idéia que pode ser transformada em outra idéia. Que se danem os certos. Que se dane o convencional. Agora me pergunto, por quê? Por qual motivos existem as preocupações? Por que elas não existem mais. Eu posso enlouquecer se quiser, mas não quero. Eu não escolho escrever certas coisas, eu sou forçado.
Tão distante estou agora daquele chão agreste onde pisei, com pedras grandes que tentei escalar pra me sentir maior. E tão distinto eu era. Uma clareza de vez em quando, uma descoberta. Hoje à procura de novos livros para ler, fui buscar num site pequenos contos literários para assim me inteirar para que o sentimento de ausência acabasse. Eu me sentia vazio de palavras e idéias. Daí, acabei baixando sem querer um livro de contos de fadas. Esses contos mais conhecidos que existem como: A Branca De Neve, A Bela Adormecida, em suma, essas estórias com finais felizes. E de uma forma eu me prendi a releitura desses contos que são pura fantasia infantil. Contos bem bolados e poderosos. Os contos de fadas são essências na vida de uma criança.
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